Qual faculdade devo fazer?

Escolher qual trajetória profissional seguir ou qual faculdade fazer nem sempre é fácil. Muitas dúvidas passam na cabeça dos jovens, por exemplo: “vou ser feliz com essa escolha?”, “como vou entrar no mercado de trabalho?”, “vou ganhar dinheiro com isso?, “devo fazer um teste vocacional?” ou “vou me arrepender no futuro?”. Os adolescentes tendem a sofrer diante dessas decisões, inclusive os que tiram as melhores notas, pois se cobram demais em relação ao futuro e, no geral, são também bastante cobrados, com grande expectativa sobre eles. Outro grande problema é que os vestibulandos ficam, muitas vezes, sonhando com uma instituição renomada, geralmente concorrida em seus processos seletivos, o que pode fazer com que não passem no vestibular, tornando o processo de escolha profissional ainda mais angustiante. Assim, quando a pergunta “qual faculdade devo fazer?” tem apenas uma resposta — “Se vai fazer Medicina, tem que ser na Santa Casa”, “Você vai fazer Direito? Precisa passar na São Francisco”, “Prestar Engenharia fora da FEI é perda de tempo!” — pode ser negativo tanto para seu projeto profissional quanto para seu desempenho nos processos de seleção que vai enfrentar, pois aumenta ainda mais a pressão e, consequentemente, o nervosismo diante do vestibular.

Outro aspecto muito comum dessa fase da vida é não saber direito que tipo de projeto, atividade, rotina, se deseja iniciar e, por causa disso, acaba-se escolhendo com base nas ideias dos outros ou naquilo que está “na moda”. Ou seja, o estudante vai no embalo das pessoas que são inspiradoras ou que se tornam referências de sucesso na família, no círculo de amizade e até mesmo de pessoas desconhecidas, mas que estão em destaque na mídia. Nesse sentido, uma ajuda exterior e imparcial pode ajudar. Para além de testes vocacionais, a Orientação Profissional oferece recursos para que os estudantes se conheçam profundamente, reflitam sobre suas possibilidades e limites  e possam construir um projeto de vida profissional que concilie seus sonhos com a sua realidade.  

Em relação à pergunta “qual faculdade devo fazer?”, o pré-vestibulando irá refletir sobre diversos aspectos da sua personalidade, interesses, desejos, formação política, desenvolvimento psicossocial e emocional junto com o profissional. Inclusive, um teste vocacional pode ser um dos recursos utilizados nesse processo, mas não o único. Ou seja, espera-se que o processo de orientação profissional contribua para que o jovem descubra mais sobre quem ele é e desenvolva sua capacidade para fazer sua escolha profissional de forma mais madura, não se reduzindo à escolha do curso universitário, mas da construção de um projeto de vida. É necessário que os estudantes assumam suas condições de sujeitos autônomos e possam aprender a posicionar-se.

E vale lembrar que as dificuldades sobre como escolher uma profissão ou construir uma determinada carreira não envolvem apenas quem está na escola, às vésperas do vestibular. Até mesmo adultos com anos de experiência, em tempos de crise ou estáveis em suas carreiras, podem se pegar pensando se estão mesmo no caminho certo ou se deveriam mudar de profissão. Podem até mesmo voltar naquela pergunta: “qual faculdade devo fazer?” caso queiram mudar radicalmente de área ou complementar sua formação em algo que já faz ou deseja muito realizar. A pergunta pode até ser a mesma, mas independente da idade, as saídas são sempre muito pessoais e devem considerar caso a caso, cada história, cada objetivo e cada pessoa que chega com esse tipo de questionamento.

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