A grande dúvida: CLT ou PJ

Com a reforma trabalhista sendo votada, existem várias opiniões. Como por exemplo, de gente que acredita que a mudança faz a oferta de emprego aumentar e assegurar o salário justo através das regulações do próprio mercado. Assim como o preço de um produto sobe quando há alta procura por ele, os salários também acompanhariam este movimento. Porém, outros argumentam que direitos estão sendo cortados e que os riscos para o trabalhador aumentam muito em um cenário sujeito às variações de oferta e demanda. Fato é que com ou sem reforma trabalhista, há muito tempo vemos que os chamados empregos registrados e os trabalhos como freelance existirem paralelamente. E mais, vemos uma tendência crescente de participação deste segundo tipo de profissional no mercado, que está cada vez mais dinâmico e em constante mudança, sempre.

Apesar de muita gente torcer o nariz, o chamado PJ (Pessoa Jurídica, modalidade adotada por grande parte dos freelancers) costuma estar presente na maioria das empresas e trabalhos. Algumas profissões podem ter que encarar a realidade de não ter uma carteira assinada mais frequentemente que outras — na área de tecnologia, por exemplo, abrir a própria empresa para prestar serviços para outras ou para pessoas físicas é muito comum, enquanto que profissionais oferecem apoio administrativo em geral, como Assistentes e Analistas, costumam encontrar mais oportunidades celetistas.  Isso pode ser difícil para muitos profissionais, mas é importante lembrar que sempre há algum grau de liberdade de escolha pessoal diante das oportunidades e obstáculos que a vida e o mercado oferecem. É comum, em tempos de crise desafios diante do término da faculdade, saída/perda do emprego ou procura incessante por trabalho, a pergunta “o que estou fazendo de errado?”.

Não há respostas certas. Provavelmente  nada está errado e o profissional apenas deve procurar construir um plano de carreira, um trajeto pensado, com base em sua própria história, que considere as diversas possibilidades que ele encontra no seu campo de trabalho. A TRID, por exemplo, pode ajudar nesses momentos em que se faz necessário compreender melhor o que está acontecendo, tanto internamente quanto com relação ao cenário externo. O mercado, a legislação, as oportunidades de trabalho, os cursos da moda ou as tendências de empreendedorismo são aspectos externos, inerentes à realidade que todos nós, como cidadãos e como profissionais, teremos que lidar mais cedo ou mais tarde na vida.

Por exemplo, muitos estudantes, quando saem para o mercado de trabalho, percebem que vão ter que se adaptar a uma realidade diferente do que imaginaram. O mesmo pode ocorrer com um profissional experiente, até então contratado como CLT, se recolocar como PJ ou só conseguir trabalhar como freelancer. Alguns se adaptam à falta de rotina e mudanças de trabalho regular, outros podem achar isso horrível. Mas será que essas pessoas se conhecem ou, diante do primeiro contato com algo diferente, não sabem muito bem como agir? Quanto melhor o profissional conhece seus recursos, expectativas e limitações internas, mais facilmente avaliam e direcionam as oportunidades externas e é com isso que um processo de orientação de carreira como o da TRID trabalha, sempre buscando ver, compreender, questionar, ressignificar os problemas do mercado dentro de outro ponto de vista: o seu.

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